Ei, seu moço, olha só, olha o sol
Seu reflexo mudando em cor
dia acorda do ontem, abre em flor
brotando em mim e em meu canteiro
Ó você naquela lua nova
Riso solto aceso no céu
Lua cheia de tudo que sou
Quando é tempo, remanso, de dois
Olha lá, tem você nesse vento
Onde piso e hoje bato asa
E na brisa mais leve que passa pela minha janela amanhã
Você vem e traz mais poesia
a calma, a cama, a alma
E um trevo de quatro folhas
Num dia de quase setembro
Em você tem o cheiro de amigo
Canto, sossego, aconchego
Recomeço, encanto, suspiro
E na nuca o arrepio que dá
Olha dentro, que ainda tem tanto
Olha só, olha o sol, seu espelho
Olha o tempo, olha logo, que é cedo
O aqui, o agora, o lugar melhor
De ir correndo lá fora se reconhecer
Seu reflexo mudando em cor
dia acorda do ontem, abre em flor
brotando em mim e em meu canteiro
Ó você naquela lua nova
Riso solto aceso no céu
Lua cheia de tudo que sou
Quando é tempo, remanso, de dois
Olha lá, tem você nesse vento
Onde piso e hoje bato asa
E na brisa mais leve que passa pela minha janela amanhã
Você vem e traz mais poesia
a calma, a cama, a alma
E um trevo de quatro folhas
Num dia de quase setembro
Em você tem o cheiro de amigo
Canto, sossego, aconchego
Recomeço, encanto, suspiro
E na nuca o arrepio que dá
Olha dentro, que ainda tem tanto
Olha só, olha o sol, seu espelho
Olha o tempo, olha logo, que é cedo
O aqui, o agora, o lugar melhor
De ir correndo lá fora se reconhecer
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